191 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou o segundo corte consecutivo na taxa básica de juros, a Selic, que agora passa a ser de 14,5%. A decisão é uma vitória clara do presidente Lula e de sua equipe econômica, que vêm denunciando incansavelmente o caráter abusivo dos juros altos mantidos pela herança bolsonarista no comando da instituição. Esse movimento sinaliza que a resistência do rentismo está sendo vencida pela necessidade real de crescimento do país, permitindo que o crédito volte a circular e que o setor produtivo respire após anos de sufocamento financeiro.
A redução da Selic é um reflexo direto da estabilidade alcançada pelo governo Lula, que conseguiu baixar a inflação de alimentos e combustíveis sem penalizar a classe trabalhadora.
O corte para 14,5% ainda é apenas o começo de uma trajetória necessária de queda. A manutenção de juros estratosféricos era vista como uma sabotagem direta ao projeto de reconstrução do Brasil, dificultando o investimento em infraestrutura e a geração de empregos. Ao bater o martelo por mais uma redução, o Banco Central começa a se alinhar, ainda que tardiamente, ao projeto eleito nas urnas que prioriza a produção e o consumo das famílias em vez da especulação desenfreada que marcou o período das trevas bolsonarista.
A queda dos juros tem um efeito cascata positivo em toda a economia, barateando o financiamento da casa própria, do carro e o crédito para pequenos empreendedores. Esse é o Brasil que volta a crescer, longe da lógica de exclusão imposta por Bolsonaro e sua prole. O governo Lula demonstra que, ao enfrentar o lobby financeiro com resultados concretos, é possível mudar a rota do país e colocar a riqueza nacional a serviço de quem realmente trabalha. A estratégia de controle de preços e incentivo à indústria local começa a colher frutos que o mercado financeiro não pode mais ignorar.
Apesar da redução, o governo segue vigilante contra as tentativas de setores conservadores de travar a economia através da política monetária. O caminho para uma taxa Selic ainda menor já está pavimentado pela confiança que o atual governo resgatou internacionalmente, atraindo investimentos produtivos que geram bem-estar social em vez de apenas lucro fácil para poucos.
A reconstrução econômica do Brasil está em plena marcha, e cada ponto percentual de queda nos juros representa mais comida na mesa e mais oportunidades para o povo. O governo Lula reafirma que a economia deve servir às pessoas, e não o contrário. Com a Selic em 14,5% e a tendência de novos cortes, o país enterra definitivamente o modelo de estagnação herdado da extrema direita e retoma sua posição de destaque como uma economia vibrante, justa e comprometida com a justiça social para todos os brasileiros.
Com informações do Plantão Brasil
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