Bolsonaro ataca general iraniano assassinado por Trump e mostra posicionamento contra Irã
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1380 visitas - Fonte: g1
Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (6) que a tendência do preço do combustível no Brasil é se estabilizar, mesmo com a tensão no Oriente Médio entre Estados Unidos e Irã. A relação entre os dois países ficou tensa após o governo Donald Trump mandar matar o general iraniano Qassem Soleimani. O governo do Irã prometeu retaliação. Outro detalhe é que o preço do barril do petróleo teve forte alta na semana passada. Irã e Iraque estão entre os maiores produtores do mundo. Bolsonaro afirmou, ainda, que Soleimani "não era general".
"Reconheço que o preço [dos combustíveis] está alto na bomba. Graças a Deus, pelo que parece, a questão lá dos Estados Unidos e Iraque, do general lá que não é general e perdeu a vida [Soleimani], não houve... O impacto não foi grande. Foi 5% passou para 3,5%. Não sei quanto está hoje a diferença em relação ao dia do ataque. Mas a tendência é estabilizar", disse Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada.
A declaração de Bolsonaro coloca em risco o comércio com os iranianos. A balança comercial entre os dois países foi favorável ao Brasil, com um saldo de US$ 2,2 bilhões entre janeiro e novembro de 2019. Entre os principais produtos, estão milho e soja, que corresponderam 44% e 26% do valor comercializado, respectivamente.
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