Moro diz que suas conversar com Dallagnol eram para ´´proteger`` Lula
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918 visitas - Fonte: Revista Fórum
O jornalista Reinaldo Azevedo afirma em seu perfil no Twitter nesta sexta-feira (5) que Sérgio Moro, representado em ação assinada pela esposa, Rosângela Moro, alega que trocou mensagens com procuradores da Lava Jato com o intuito de “proteger” o ex-presidente Lula.
“O ex-juiz alega, no caso de q nem é parte, que ficou tricotando com Dallagnol para acertar previamente os termos da denúncia contra Lula para “proteger” o ex-presidente. Dá vergonha até de escrever”, tuitou o jornalista.
A explicação de Sergio Moro na tentativa de tirar Lewandowski da Spoofing, substituindo-o por Fachin deveria preocupar a Alvarez & Marsal, a empresa de que agora é sócio.
— Reinaldo Azevedo (@reinaldoazevedo) February 5, 2021
O ex-juiz alega, no caso de q nem é parte, que ficou tricotando com Dallagnol para acertar previamente
Azevedo ainda ironizou o fato de a ação ter sido movida por Rosângela Moro e definiu o termo “conja”: “advogada que tem o topete de entrar com uma petição no Supremo em caso de que seu conjo nem é parte”.
os termos da denúncia contra Lula para “proteger” o ex-presidente. Dá vergonha até de escrever.
— Reinaldo Azevedo (@reinaldoazevedo) February 5, 2021
Cuidado, Alvarez & Marsal! O doutor não só tem o seu próprio Código de Processo Penal como escreveu seu próprio dicionário. Imaginem o dia em que ele “proteger” os interesses da A&M
Ação
Advogada, Rosangela Moro apresentou nesta quarta-feira (3), ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pedido para que seja revogada a liminar do ministro Ricardo Lewandowski que deu à defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acesso à troca de mensagens entre o ex-juiz da Lava Jato e procuradores da força-tarefa de Curitiba.
Rosangela Moro, que representa o marido, alega que a decisão de Lewandowski foi um drible da defesa de Lula em Fachin. De acordo com ela, cabe ao ministro, que é relator da Lava Jato no Supremo, decidir sobre o caso, e não o colega de Corte.
Em entrevista à Fórum, o jurista e professor de Direito Constitucional da PUC-SP, Pedro Serrano, destruiu um por um os argumentos de pedido de Rosangela.
Serrano afirma que, ao contrário do que diz a cônjuge do ex-juiz, há sim prova de autenticidade das mensagens. “A Polícia Federal atesta que não houve adulteração no HD entregue, o que é, pelo menos uma parte da veracidade demonstrada”.
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