Lula transforma fim da escala 6x1 em prioridade, enquanto Flávio Bolsonaro atua contra trabalhadores
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A proposta pelo fim da exaustiva jornada 6x1 tornou-se um marco central de debate social no país. De um lado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o compromisso de aprovar a redução do limite constitucional da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de repouso remunerado por semana sem qualquer redução nos salários. A medida visa assegurar mais dignidade, convivência familiar e saúde física e mental para a classe trabalhadora brasileira.
Em contraste com a pauta social defendida por Lula, o senador Flávio Bolsonaro articulou ativamente contra a aprovação da medida no Congresso. Alinhado à oposição, o candidato bolsonarista classificou a conquista como "inoportuna" e subscreveu uma proposta alternativa que abre portas para a precarização: a remuneração por hora trabalhada, onde benefícios históricos como 13º salário, férias e FGTS passariam a ser pagos apenas proporcionalmente às horas cumpridas.
Enquanto a proposta apoiada por Lula na PEC 221 prevê uma transição gradual e justa para proteger o emprego e fortalecer a renda dos trabalhadores, a oposição tentou esvaziar o debate com acordos individuais entre patrocínio patronal e empregado. Apesar de atuar nos bastidores contra a redução da jornada, Flávio Bolsonaro evitou marcar presença e se ausentou da votação da PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, evidenciando o desgaste de defender o arrocho trabalhista diante da população.
Com informações da Revista Fórum
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