Política

Governo Lula recupera fôlego e empata com desaprovação na véspera do pleito

Pesquisa Datafolha mostra que a gestão petista alcançou 49% de aprovação, revertendo a tendência anterior de queda às vésperas do segundo turno das eleições de 2026.

A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou uma melhora em sua avaliação popular nos últimos dias, conforme apontado pelo levantamento mais recente do Datafolha. Os dados, publicados nesta quinta-feira (22), indicam que 49% dos entrevistados aprovam o trabalho do governo, enquanto 48% manifestam desaprovação. Devido à margem de erro de dois pontos percentuais, o instituto classifica o cenário como um empate técnico.

O resultado marca uma mudança de tendência, já que, desde agosto, o índice de desaprovação vinha superando o de aprovação. Em comparação com o levantamento da semana anterior, houve um recuo de dois pontos na desaprovação e um avanço de um ponto na aprovação. O histórico do ano mostra que o governo enfrentou seu momento de maior desgaste em abril, quando a desaprovação atingiu 51%.

Ao analisar a classificação qualitativa da administração, o Datafolha identificou que 36% dos brasileiros avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 39% o consideram ruim ou péssimo. O grupo que define a gestão como regular soma 24%. Embora a avaliação negativa ainda seja numericamente superior, a distância entre os indicadores também se mantém dentro da margem de erro.

O estudo foi realizado entre os dias 20 e 22 de outubro, ouvindo 2.154 pessoas com 16 anos ou mais, sob registro na Justiça Eleitoral sob o número BR-09709/2026. Além da avaliação do governo, o instituto mediu a rejeição dos candidatos que disputam o segundo turno no próximo domingo (25): Flávio Bolsonaro aparece com 46% de rejeição, enquanto Lula registra 45%.

Em resumo: - A aprovação do governo Lula subiu para 49%, superando numericamente a desaprovação de 48% em um empate técnico. - A avaliação positiva da gestão atingiu 36%, enquanto a negativa ficou em 39%. - A pesquisa foi realizada na reta final da campanha, com a rejeição dos candidatos ao segundo turno praticamente empatada.

Fonte: Brasil 247

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