Política

Campanha petista projeta virada histórica e vitória de Lula com 52% dos votos

O governador Rafael Fonteles afirma que monitoramentos internos indicam crescimento de Lula e apela por mobilização máxima na reta final da disputa presidencial.

Foto: Lula Crédito: Ricardo Stuckert · Original e licença

A reta final da corrida presidencial ganha contornos de mobilização intensa. Segundo o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), os monitoramentos diários realizados pela campanha petista, conhecidos como trackings, apontam uma trajetória de crescimento consistente para o presidente Lula na disputa contra Flávio Bolsonaro (PL).

Em pronunciamento realizado nesta sexta-feira (23), Fonteles projetou que, caso a tendência de engajamento se mantenha até o próximo domingo (25), o atual mandatário tem potencial para atingir 52% dos votos válidos. O governador classificou o cenário como uma possível virada histórica, mas ressaltou que o resultado depende diretamente do esforço de militantes e eleitores nos últimos dias de campanha.

Para o gestor piauiense, o avanço de Lula, especialmente na região Nordeste, é uma resposta direta do eleitorado a ataques e materiais difamatórios promovidos por aliados de seu adversário. Fonteles citou o impacto negativo de vídeos falsos e a postura agressiva de Flávio Bolsonaro durante o debate da Band, ocorrido no último domingo (18), como fatores que desgastaram a imagem da oposição.

O foco da campanha agora está em reduzir a abstenção e ampliar o diálogo com quem votou em branco, nulo ou em outros candidatos no primeiro turno. "Se a gente conseguir reduzir pelo menos dois pontos percentuais essa abstenção, Lula pode alcançar 52% dos votos válidos", afirmou o governador, reforçando a importância de garantir o transporte e a presença dos eleitores nas seções eleitorais.

Em resumo

  • Monitoramentos internos da campanha petista indicam alta nas intenções de voto para Lula.
  • O governador Rafael Fonteles projeta que o presidente pode chegar a 52% dos votos válidos no domingo.
  • A estratégia foca no combate à abstenção e na mobilização de eleitores indecisos ou que não votaram no primeiro turno.
  • O crescimento no Nordeste é atribuído à reação popular contra ataques de aliados de Flávio Bolsonaro.

Fonte: Brasil 247

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