Política

O peso do voto: Kakay alerta para o risco da barbárie nas urnas

Em artigo, o jurista Kakay defende a importância das eleições de 25 de outubro e alerta sobre os perigos da ascensão da extrema-direita para a democracia brasileira.

Foto: - Presidente Lula - Foto: Ricardo Stuckert · Original e licença

Às vésperas do pleito eleitoral marcado para o próximo domingo, 25 de outubro de 2026, o advogado criminalista e jurista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, publicou um artigo de opinião destacando o que considera ser um momento decisivo para o futuro do Estado Democrático de Direito no Brasil. Para o autor, a disputa não se resume a uma divergência ideológica tradicional, mas a uma escolha entre a manutenção da democracia e a consolidação de um projeto de ruptura institucional.

Em sua análise, Kakay traça um paralelo entre a convivência social de décadas passadas e o cenário atual, marcado, segundo ele, pela fragmentação e pelo ódio disseminado pelo bolsonarismo. O jurista argumenta que a candidatura de Flávio Bolsonaro representa uma ameaça direta a conquistas sociais e à soberania nacional, citando propostas que, na visão do autor, visam o desmonte de políticas públicas e do Sistema Único de Saúde (SUS).

O advogado sustenta que o empenho da família Bolsonaro no pleito tem como objetivo central a busca por imunidade jurídica diante de investigações. Ao declarar seu apoio à chapa formada por Lula e Alckmin, Kakay reforça que o voto é a ferramenta fundamental para impedir o avanço do que classifica como barbárie. O jurista conclui sua reflexão com um alerta contundente: "numa democracia é possível perder uma eleição; o que é inadmissível é perder a democracia numa eleição".

Em resumo

  • O jurista Kakay defende o voto em Lula e Alckmin como forma de proteger o Estado Democrático de Direito.
  • O artigo aponta que a candidatura de Flávio Bolsonaro representa riscos ao SUS e à soberania nacional.
  • O autor argumenta que o pleito de 25 de outubro é um divisor de águas contra a normalização da violência política.

Fonte: Revista Fórum

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