Política

Janones rechaça protagonismo na vitória de Lula e reafirma compromisso com o mandato

Deputado federal André Janones nega ser o principal responsável pela virada eleitoral de Lula e descarta negociações por cargos no futuro governo.

Foto: André Janones abraça o presidente Lula. Foto: Reprodução · Original e licença

O deputado federal André Janones (Avante-MG) afastou, neste domingo (25), o rótulo de principal artífice da virada eleitoral que garantiu a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno. Ao chegar ao Hotel Intercontinental, em São Paulo, para as celebrações do resultado, o parlamentar enfatizou que o mérito da campanha pertence ao presidente reeleito.

Janones, que ganhou destaque pela criação do canal de WhatsApp 'Exército do Lula', explicou que sua atuação nas redes sociais teve como objetivo principal combater ataques direcionados a aliados do petista. Segundo o deputado, a estratégia digital foi uma resposta necessária à disseminação de desinformação durante o pleito. Ele comparou a dinâmica da campanha ao futebol, afirmando que o grupo trabalhou para dar suporte ao 'gênio' Lula.

Sobre especulações acerca de uma possível integração ao futuro governo, o parlamentar foi enfático ao negar qualquer tratativa com o PT ou com o presidente. Janones assegurou que não busca recompensas por sua colaboração e que seu foco permanece na atuação legislativa na Câmara dos Deputados, reforçando sua lealdade ao projeto político de Lula.

O marqueteiro Sidônio Palmeira, que coordenou a campanha, também celebrou o desfecho das urnas. Ele destacou que o segundo turno foi marcado pelo confronto de projetos para o futuro do Brasil, superando as investidas de adversários políticos.

Em resumo

  • André Janones negou ser o responsável pela virada de Lula e atribuiu o sucesso ao presidente.
  • O deputado descartou negociações por cargos no novo governo e reafirmou seu compromisso com o mandato na Câmara.
  • A estratégia digital de Janones focou em reagir a ataques e organizar a mobilização popular via WhatsApp.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

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