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A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que Jair Bolsonaro (PL) não seja investigado por supostamente interferir nas investigações sobre tráfico de influência e corrupção no Ministério da Educação (MEC). De acordo com a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, "considerando que os fatos ora representados já estão, em tese, abrangidos por inquérito policial que foi declinado ao Supremo Tribunal Federal por suposto envolvimento de pessoa com prerrogativa de foro, não se justifica, a princípio, deflagrar mais um procedimento investigativo com idêntico escopo".
Os pedidos foram apresentados pelos deputado federal Israel Matos Batista (PSB-DF), deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) e a bancada do PT na Câmara.
Em áudio, o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro disse que foi avisado por Bolsonaro sobre uma operação da Polícia Federal no MEC.
Esposa do ex-ministro, Myrian Ribeiro confirmou a um interlocutor que o ex-titular da pasta "tava sabendo" da ação policial.
A PF iniciou as investigações sobre corrupção no MEC após a divulgação de um áudio, em março, quando Ribeiro afirmou que, a pedido de Bolsonaro, liberava dinheiro do MEC por indicação de dois pastores, Arilton Moura e Gilmar Santos.
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