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Em ato de campanha em São Paulo, a ex-ministra e candidata ao Senado pela Rede Sustentabilidade, Marina Silva, denunciou a escalada brutal da violência contra as mulheres no estado durante o governo de Tarcísio de Freitas. Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do candidato ao governo paulista Fernando Haddad e de Simone Tebet, Marina Silva apresentou dados alarmantes da segurança pública sob a gestão bolsonarista: mais de 270 mulheres foram assassinadas no estado apenas em 2025, acumulando um salto estarrecedor de 37% nos casos de feminicídio desde 2022.
A candidata apontou que o abandono das políticas de proteção às mulheres e o desmonte da segurança pública em São Paulo são reflexos diretos do projeto da extrema-direita, que prioriza a truculência enquanto ignora o massacre diário da população feminina. Marina Silva também rechaçou com firmeza a provocação do governador Tarcísio de Freitas, que havia declarado que sua candidatura ao Senado "derreteria". A liderança ambientalista rebateu o desdém do bolsonarista afirmando que sua postulação se mantém firme e alinhada ao compromisso popular para eleger a primeira mulher preta senadora pelo estado de São Paulo, em um projeto comprometido com a soberania nacional, o desenvolvimento sustentável e a garantia de direitos para a classe trabalhadora.
Com informações do Brasil247
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