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A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) denunciou com veemência a tentativa de interferência do capital financeiro na soberania popular durante a eleição de 2022. Ao classificar como "gravíssimo" o relato do ex-banqueiro Daniel Vorcaro sobre o pagamento de R$ 5 milhões em propina às campanhas de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, Gleisi apontou que a estrutura do Banco Master atuou diretamente para tentar fraudar o pleito presidencial e impedir a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.
A denúncia desmonta a blindagem da extrema-direita paulista e nacional ao revelar como o dinheiro sujo da especulação bancária irrigou as candidaturas bolsonaristas sob a fachada de doações oficiais de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro. Com o operador Gilberto Kassab no centro da articulação para manter o rentável esquema do cartão Credcesta no governo de São Paulo, o caso expõe a promiscuidade entre a máquina pública e o topo do sistema financeiro. Gleisi não poupou os lavajatistas e cobrou diretamente o silêncio de Sergio Moro e Deltan Dallagnol diante da lama que traga seus aliados políticos.
A reação desesperada dos citados, que tentam se esquivar alegando mera regularidade burocrática, não apaga a gravidade dos fatos narrados pelo próprio dono do banco. As revelações exigem aprofundamento rigoroso e imparcial pelas autoridades para coibir o financiamento ilegal de candidaturas e a contaminação do processo eleitoral de 2026. A sociedade brasileira exige que os tentáculos do Banco Master na política sejam cortados e que os beneficiários do esquema de propina respondam perante a lei
Quer dizer então que o dinheiro pras campanhas do Bolsonaro e do Tarcísio em 2022 eram propina? É isso que tá dizendo o próprio Vorcaro! É gravíssimo! Se for isso mesmo mostra que a grana do Master tentou interferir nas eleições presidenciais, contra o Lula!
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) September 4, 2026
Isso comprova o que…