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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu o tom e escancarou a tática sabotadora da oposição de extrema-direita que atua no Congresso Nacional para bloquear o avanço do fim da exaustiva escala 6x1. Em manifesto incisivo publicado em suas redes sociais, o chefe do Executivo afirmou que o povo brasileiro "testemunhou, mais uma vez, quem é quem", apontando diretamente o empenho destrutivo liderado pelo coordenador da campanha de seu adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para inviabilizar a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que garante dois dias de folga semanal sem redução de salários.
Com firmeza política, Lula pulverizou o surrado terrorismo econômico bradado por setores empresariais e pela bancada bolsonarista, lembrando que a alegação de que o país "vai quebrar" é o mesmo discurso retrógrado utilizado pelas elites desde a abolição da escravidão e nas conquistas históricas do 13º salário e das férias remuneradas. O presidente ressaltou que o verdadeiro colapso não está na garantia de direitos laborais, mas sim no adoecimento mental, no esgotamento físico e no massacre familiar impostos a quem cumpre a jornada exaustiva de seis dias de trabalho para apenas um de descanso.
Ao conclamar a classe trabalhadora a manter a pressão sobre o Senado Federal, o governo reafirma que a mudança na legislação trabalhista é uma urgência humanitária e uma prioridade absoluta da agenda progressista para 2026. Lula destacou que a população que vive para trabalhar — e que ainda precisa gastar o único dia de folga com os afazeres domésticos — não aceitará retrocessos. Reafirmando o compromisso irrevogável com as demandas populares, o presidente garantiu que a mobilização das bases continuará firme até a derrubada definitiva da escala 6x1 no plenário da Casa Alta.
Ontem o Brasil testemunhou, mais uma vez, quem é quem no Congresso Nacional. Enquanto tentávamos avançar com a PEC que acaba com a jornada 6x1 no Senado, a oposição, capitaneada pelo coordenador da campanha do meu opositor nessa corrida presidencial, atuava para impedir o avanço…
— Lula (@LulaOficial) September 3, 2026