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A coligação "Brasil Pronto pra Mais", da chapa Lula-Alckmin, partiu para o ataque no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para barrar o desespero e a fábrica de mentiras promovida pela extrema-direita no horário eleitoral e nas redes sociais. Os advogados do presidente protocolaram cinco ações na Corte Eleitoral contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o governador Ronaldo Caiado (PSD-GO) e o Partido Liberal, exigindo a concessão imediata de direito de resposta e a aplicação de multas severas por manipulação grosseira de fatos.
A ofensiva jurídica mira três eixos da máquina de desinformação bolsonarista. O primeiro caso contesta a reciclagem de uma fakenews antiga e desmentida ainda em 2022, que associava falsamente a comemoração de detentos à vitória de Lula. A fraude foi veiculada no horário gratuito de TV e reproduzida nas redes sociais de Flávio Bolsonaro. Em outra frente, a campanha questiona peças publicitárias de Ronaldo Caiado que associam de forma criminosa o PT e o presidente Lula ao MST e a episódios de criminalidade, utilizando edições de debates antigos para induzir o eleitor ao erro.
A coligação também acionou a Justiça contra um vídeo manipulado publicado por Nikolas, Flávio e pelo PL, no qual um discurso de Lula realizado em Belo Horizonte foi grotescamente cortado fora de contexto para simular um falso desprezo do presidente pelos garis — peça que ainda continha insinuações caluniosas sobre fraudes no INSS. Além de exigir a suspensão das inserções na TV e rádio (como a Jovem Pan) e a concessão do direito de resposta em horário nobre, a chapa requer a remoção imediata dos conteúdos das plataformas digitais e a aplicação de multa de R$ 30 mil contra cada um dos propagadores de fake news.
Com inoformações do Brasil247
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