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Um relatório confidencial da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) disparou o alarme máximo ao classificar como de nível "crítico" o risco de interferência direta do governo dos Estados Unidos nas eleições presidenciais brasileiras. O documento, enviado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Ministério da Justiça, expõe a sanha imperialista da administração Donald Trump para subjugar a soberania nacional, retaliar o Brasil por sua postura autônoma no cenário geopolítico e conter o avanço do BRICS e das parcerias estratégicas com a China na América Latina.
A engrenagem da ingerência estrangeira é capitaneada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, conhecido por sua aversão aos povos sul-americanos e por atuar como operador político da extrema-direita na região. Além de impor sobretaxas arbitrárias ao comércio brasileiro e instrumentalizar a pauta do combate ao crime organizado para aplicar sanções unilaterais, a Casa Branca tentou impor uma nefasta declaração conjunta para tutorar o processo eleitoral do país — exigência sumariamente rechaçada pelo presidente Lula, que jogou o documento no lixo e o classificou como "arquivo morto".
Firme na defesa inegociável da soberania e da democracia, o presidente Lula reafirmou ao próprio Trump e à comunidade internacional que o Brasil possui instituições sólidas, sistema eleitoral exemplar e não aceitará ser tratado como quintal de Washington. A tentativa frustrada dos EUA de subjugar o povo brasileiro e abocanhar minerais estratégicos e ativos nacionais esbarra na altivez de um governo popular que recusa o alinhamento automático e coloca a independência da pátria acima de qualquer chantagem externa.
Com informações da Folha de S.Paulo
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