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Executivo da Meta com laços com Trump anuncia saída sob pressão de denúncias no Brasil

Joel Kaplan, diretor de políticas globais da Meta, deixa a empresa em meio a acusações da campanha de Lula sobre manipulação algorítmica nas eleições brasileiras.

Foto: Crédito: Junior Lima/@xuniorl · Original e licença

Joel Kaplan, um dos nomes mais influentes na estrutura da Meta e braço-direito de Mark Zuckerberg, comunicou que deixará o cargo de diretor de políticas globais após uma trajetória de mais de 15 anos na gigante de tecnologia. A notícia, reportada inicialmente pela teleSUR, surge em um momento de alta tensão envolvendo a atuação da empresa no Brasil.

A saída do executivo ganha contornos políticos significativos, já que ocorre simultaneamente às denúncias apresentadas pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A equipe petista acusa a plataforma de realizar uma manipulação algorítmica que, segundo a denúncia, teria o intuito de beneficiar a oposição no segundo turno das eleições, agendado para o próximo dia 25 de outubro.

Kaplan é reconhecido internacionalmente por seu histórico de proximidade com o Partido Republicano e por manter laços estreitos com o ex-presidente Donald Trump. Embora o anúncio tenha sido feito em meio ao turbilhão de críticas no Brasil, o executivo deve permanecer na companhia durante o período de transição, deixando o posto oficialmente apenas após as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.

Em resumo

  • Joel Kaplan, diretor de políticas globais da Meta, anunciou sua saída da empresa após 15 anos.
  • A campanha de Lula acusa a Meta de manipular algoritmos para favorecer a oposição no segundo turno das eleições brasileiras.
  • O executivo é conhecido por sua ligação com o Partido Republicano e Donald Trump.
  • A transição do cargo ocorrerá após as eleições de meio de mandato nos EUA.

Fonte: Brasil 247

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