Advogado Kakay aponta censura política após sofrer bloqueios no WhatsApp
O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, relata dificuldades para se comunicar em grupos de debate político e associa o problema a uma perseguição ideológica.

O advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, amplamente conhecido como Kakay, afirmou estar sob censura em suas comunicações digitais. O jurista relatou que sua conta no WhatsApp passou a apresentar limitações técnicas severas, impedindo o envio de mensagens para diversos grupos onde costuma debater temas políticos e o cenário eleitoral atual.
Segundo o relato do advogado, o aplicativo exibe notificações indicando que seus contatos estão restritos. Kakay sustenta que essa falha no funcionamento da ferramenta não é um evento isolado, mas sim uma tentativa deliberada de silenciar suas críticas ao fascismo e à atuação de grupos de extrema-direita. Ele descreveu a situação como uma forma de vigilância invasiva contra sua liberdade de expressão.
O criminalista, que mantém uma postura pública de enfrentamento político, declarou que a restrição prejudica diretamente sua capacidade de diálogo com sua rede de contatos. Ele afirmou que pessoas próximas em seu escritório recomendaram cautela diante do que considera uma agressão democrática. O WhatsApp é uma das plataformas geridas pela Meta, empresa que frequentemente enfrenta questionamentos sobre seus critérios de moderação de conteúdo em contextos de polarização.
Em resumo: - O advogado Kakay denunciou que seu WhatsApp apresenta restrições que impedem o envio de mensagens em grupos de debate político. - O jurista atribui o problema a uma ação de censura motivada por suas posições ideológicas. - O caso coloca em evidência as críticas sobre a moderação de plataformas da Meta.
Fonte: Diário do Centro do Mundo

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