Saúde em foco: Governo Lula detalha 13 compromissos para fortalecer o SUS
Com recorde de atendimentos em 2025, governo federal apresenta diretrizes para consolidar o SUS como pilar de desenvolvimento e soberania sanitária.

Após um período marcado por restrições orçamentárias e desafios na gestão pública, o governo do presidente Lula busca consolidar a reconstrução do Sistema Único de Saúde (SUS). A estratégia atual foca na ampliação do acesso a especialistas e na modernização tecnológica, consolidando o que o Planalto define como uma mudança estrutural na assistência básica e especializada.
Dados oficiais apontam que, em 2025, o sistema atingiu o maior volume de atendimentos de sua história, totalizando 14,9 milhões de cirurgias e 43,7 milhões de exames especializados. Esse desempenho é atribuído a iniciativas como o programa 'Agora Tem Especialistas', que integra telessaúde e unidades móveis, além da expansão do Mais Médicos, que hoje conta com mais de 28 mil profissionais em atuação.
Para os próximos quatro anos, o governo apresentou uma plataforma com 13 compromissos voltados à eficiência e à soberania sanitária. Entre as metas prioritárias estão a implementação da 'fila zero' para procedimentos, a garantia de diagnósticos de câncer em até 30 dias e a ampliação da Farmácia Popular com gratuidade para 40 tipos de medicamentos.
O plano também prevê a transformação do Mais Médicos em política de Estado, a expansão dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e o fortalecimento da produção nacional de vacinas e equipamentos. A digitalização do sistema, por meio de um cartão SUS integrado, é apresentada como uma ferramenta para otimizar o atendimento sem substituir o papel fundamental dos agentes comunitários de saúde.
Em resumo
- O SUS atingiu recorde de 14,9 milhões de cirurgias e 43,7 milhões de exames em 2025.
- O governo lançou 13 compromissos para a saúde, incluindo a meta de fila zero e diagnósticos oncológicos ágeis.
- O programa Mais Médicos foi consolidado com mais de 28 mil profissionais.
- A estratégia inclui a retomada da produção nacional de fármacos e a expansão da rede de saúde mental.
Fonte: Brasil 247

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