Política

Na véspera da eleição, Lula recupera aprovação e disputa com Bolsonaro segue em empate técnico

Pesquisa Quaest mostra governo Lula com 48% de aprovação, superando a desaprovação, enquanto a corrida presidencial permanece acirrada.

Foto: Lula Crédito: Ricardo Stuckert · Original e licença

A poucas horas da decisão nas urnas, o governo do presidente Lula (PT) apresenta uma melhora em sua avaliação. Segundo levantamento da Quaest divulgado neste sábado (24), a aprovação da gestão chegou a 48%, superando a desaprovação, que ficou em 45%. Este é o melhor cenário para o governo desde agosto, marcando uma recuperação importante na reta final do segundo turno.

Embora os índices de avaliação do governo sejam positivos, o cenário eleitoral permanece extremamente competitivo. Na disputa pela Presidência, o instituto aponta um empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL). Nos votos válidos, o candidato do PL aparece com 51%, enquanto o petista registra 49%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, a corrida segue indefinida.

Ao analisar os votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, a distância entre os dois candidatos é ainda mais estreita: Flávio Bolsonaro soma 46% contra 45% de Lula. O levantamento, encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo, ouviu 3.702 eleitores entre os dias 23 e 24 de outubro e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-09158/2026.

Em resumo

  • A aprovação do governo Lula atingiu 48%, superando a desaprovação de 45% pela primeira vez desde agosto.
  • Na intenção de voto válida, Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula 49%, configurando empate técnico.
  • Nos votos totais, a diferença é de apenas um ponto percentual, com 46% para Bolsonaro e 45% para Lula.
  • A pesquisa ouviu 3.702 pessoas e possui margem de erro de dois pontos percentuais.

Fonte: Brasil 247

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaLula abre vantagem expressiva de 26 pontos sobre Flávio Bolsonaro no Rio Grande do Norte