Política

O último voto de uma trajetória: a reflexão de Jeferson Miola nas urnas de 2026

Em artigo, o colunista Jeferson Miola relata seu voto em Lula neste sábado, 25 de outubro, destacando o caráter histórico e decisivo do pleito atual.

Foto: Lula Crédito: Ricardo Stuckert · Original e licença

Neste sábado, 25 de outubro de 2026, o colunista Jeferson Miola registrou seu voto na Seção 0027 da 2ª Zona Eleitoral, em Porto Alegre. Segundo o autor, este foi o sétimo e último voto de sua trajetória destinado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em seu relato, Miola descreve o momento como carregado de emoção e aponta que a eleição atual possui um peso dramático singular. Para o colunista, o pleito transcende a escolha de um governo, configurando-se como um movimento necessário para a preservação do Estado de Direito e da soberania nacional diante de ameaças que ele classifica como reacionárias.

O autor argumenta que o projeto político da oposição busca implementar um regime de exceção no país, citando como referências negativas modelos de gestão autoritária observados em outras nações. Para Miola, a figura de Lula representa a barreira fundamental contra o que ele descreve como um possível retrocesso institucional e social.

Em resumo

  • Jeferson Miola votou em Lula neste sábado, 25 de outubro, em Porto Alegre.
  • O colunista afirma que este é o seu sétimo e último voto no atual presidente.
  • O texto defende a reeleição como um ato de proteção à democracia e à soberania do Brasil.

Fonte: Brasil 247

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaO último voto de Jeferson Miola em Lula: um registro de gratidão e resistência