TSE admite falhas no transporte de eleitores e monitora situação na Bahia
Presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reconhece problemas logísticos no transporte gratuito de eleitores, enquanto corregedoria investiga falta de ônibus na Bahia.

Foto: O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, em sessão plenária do STF (Supremo Tribunal Federal); neste domingo, ele reconheceu que alguns eleitores enfrentam dificuldades para votar por falta de transporte público · Original e licença
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, admitiu neste domingo (25) que o transporte de eleitores enfrenta dificuldades pontuais em algumas regiões do país. Em entrevista coletiva em Brasília, o ministro assegurou que os problemas estão sendo corrigidos e que a operação, coordenada pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), segue funcionando dentro da normalidade na maior parte do território nacional.
A situação na Bahia é um dos pontos de maior atenção da corte. O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou que o TRE baiano preste esclarecimentos imediatos sobre relatos de escassez de ônibus em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas. Segundo Nunes Marques, o tribunal acompanha a situação por meio de relatórios periódicos e qualquer irregularidade será devidamente apurada.
O transporte gratuito é viabilizado pelo programa 'Seu Voto Importa', voltado a comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhos e pessoas com deficiência. De acordo com o presidente do TSE, o número de beneficiários no segundo turno ainda está em fase de consolidação, com cerca de 2.500 pessoas atendidas até o momento. No primeiro turno, a iniciativa alcançou mais de 10 mil cidadãos dessas populações específicas.
Em resumo
- O presidente do TSE reconheceu falhas pontuais no transporte de eleitores e afirmou que medidas corretivas estão em curso.
- A corregedoria do tribunal investiga a falta de ônibus em três cidades baianas após denúncias.
- O programa 'Seu Voto Importa' segue operando para garantir o acesso de populações vulneráveis às urnas.
Fonte: Folha de S.Paulo

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