Política · Justiça

TSE rebate Flávio Bolsonaro e desmente narrativa sobre suposta expulsão de fiscais

Tribunal Superior Eleitoral esclarece que fiscais do PL tiveram acesso garantido aos locais permitidos e classifica como falsa a alegação de exclusão da sala-cofre.

Foto: Flávio Bolsonaro. Foto: Reprodução · Original e licença

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) emitiu uma nota oficial na madrugada desta segunda-feira (26) para desmentir as declarações de Flávio Bolsonaro. O candidato derrotado à Presidência da República alegou que fiscais do Partido Liberal teriam sido retirados da chamada sala-cofre da Corte durante a apuração das eleições de 2026, um argumento utilizado para questionar a lisura do pleito.

Em resposta, o tribunal esclareceu que a sala-cofre é um ambiente restrito, destinado a equipamentos sensíveis, e não faz parte dos espaços de visitação ou acompanhamento por representantes partidários. A Corte reforçou que fiscais do PL, assim como observadores e integrantes do Ministério Público, tiveram acesso regular à Sala de Totalização e a outros setores autorizados para o monitoramento do processo.

Para sustentar o desmentido, o TSE destacou que existem registros de presença e filmagens que comprovam a circulação dos representantes do PL nas áreas designadas, incluindo o acompanhamento do Teste de Integridade das Urnas. O tribunal negou qualquer tipo de restrição ao trabalho dos fiscais da legenda durante a apuração que confirmou a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciada pelo ministro Kassio Nunes Marques na noite de domingo (25).

Após a proclamação dos resultados, Flávio Bolsonaro afirmou que não reconheceria a vitória de Lula e declarou a intenção de solicitar a anulação das eleições, alegando que o processo teria sido comprometido.

Em resumo

  • O TSE classificou como falsa a alegação de Flávio Bolsonaro sobre a expulsão de fiscais da sala-cofre.
  • A Corte informou que a sala-cofre é um local restrito e não aberto a fiscais partidários.
  • Registros e filmagens confirmam que representantes do PL tiveram livre acesso à Sala de Totalização e outros espaços autorizados.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

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