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Marco Rubio confirma papel dos EUA no retorno de Maria Corina Machado à Venezuela

Secretário de Estado americano atribui a volta da opositora a negociações de reconciliação mediadas por Washington.

Foto: Maria Corina Machado em Caracas, em 25 de outubro de 2026 Crédito: Vente Venezuela Press/Handout via REUTERS · Original e licença

O retorno da opositora Maria Corina Machado à Venezuela foi viabilizado por meio de negociações de reconciliação intermediadas pelos Estados Unidos. A informação foi confirmada neste domingo pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, após a política anunciar sua entrada no país via Colômbia.

Segundo Rubio, o processo faz parte de uma articulação diplomática que já resultou na libertação de centenas de presos políticos e no retorno de diversas figuras da oposição que estavam no exílio. O secretário reforçou que Washington mantém a expectativa de que as liberdades de todos os setores políticos venezuelanos sejam respeitadas.

Antes de conseguir ingressar em território venezuelano, Machado enfrentou dificuldades logísticas e diplomáticas. Relatos do jornal Volkskrant indicaram que ela tentou retornar anteriormente por Aruba e Curaçao, mas não obteve as autorizações necessárias das autoridades holandesas. Outra tentativa, via Panamá, foi frustrada por problemas técnicos em uma embarcação.

Em declaração recente, Rubio já havia negado que os Estados Unidos tivessem solicitado a qualquer governo que impedisse o regresso da opositora ao seu país de origem.

Em resumo

  • Maria Corina Machado retornou à Venezuela através da fronteira com a Colômbia.
  • Marco Rubio afirmou que o retorno é fruto de negociações de reconciliação apoiadas pelos EUA.
  • O governo americano alega que o diálogo já permitiu a soltura de centenas de presos políticos.
  • Tentativas anteriores de retorno via ilhas caribenhas foram barradas por falta de autorização holandesa.

Fonte: Brasil 247

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