Cenário pós-eleitoral: aliados ventilam possível ida de Flávio Bolsonaro aos EUA
Após derrota nas eleições de 2026, futuro do senador Flávio Bolsonaro é alvo de especulações sobre possível mudança para os Estados Unidos.

Foto: Flávio Bolsonaro em coletiva de imprensa após a derrota deste domingo (25). Foto: Joédson Alves/Agência Brasil · Original e licença
Após a derrota nas eleições presidenciais de 2026, o futuro do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tornou-se tema de intensas especulações entre seus aliados. Segundo apuração do portal UOL, a possibilidade de o parlamentar se mudar para os Estados Unidos tem sido discutida reservadamente pelo seu círculo próximo desde o início da campanha, em agosto.
O debate ganhou contornos públicos na última semana, quando Eduardo Bolsonaro, irmão do senador e ex-deputado federal, manifestou apoio à ideia. Em entrevista a um podcast americano, Eduardo, que reside nos EUA desde março de 2025, declarou ser favorável à saída do irmão do país caso ele não vencesse o pleito.
A movimentação ocorre em um momento em que o entorno do senador demonstra preocupação com o desdobramento de inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio Bolsonaro é investigado em duas frentes que apuram suspeitas de corrupção, o que alimenta o receio de aliados sobre possíveis ações do Judiciário contra o parlamentar.
Até o momento, não há qualquer confirmação oficial ou declaração do próprio senador sobre uma eventual mudança. A equipe de Flávio Bolsonaro também não se manifestou sobre seus próximos compromissos ou planos após o resultado das urnas. Nesta segunda-feira (26), a circulação de um vídeo antigo do senador em um aeroporto com destino a Washington reacendeu as especulações nas redes sociais.
Em resumo
- Aliados discutem possível mudança de Flávio Bolsonaro para os EUA após derrota eleitoral.
- Eduardo Bolsonaro defendeu publicamente a saída do irmão do Brasil.
- O senador é alvo de dois inquéritos no STF por suspeitas de corrupção.
- Não há decisão oficial confirmada sobre a saída do parlamentar do país.
Fonte: Diário do Centro do Mundo

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