Parlamentares democratas pressionam Trump a reconhecer vitória de Lula
Congressistas dos EUA celebram reeleição de Lula e cobram que Donald Trump respeite o processo democrático brasileiro após o resultado oficial.

Foto: Donald Trump sentado à mesa na Casa Branca, em Washington. Foto: Reprodução · Original e licença
A reeleição do presidente Lula (PT) repercutiu intensamente no Congresso dos Estados Unidos. Parlamentares do Partido Democrata celebraram o resultado das urnas brasileiras e elevaram o tom contra Donald Trump, exigindo que o ex-presidente reconheça a legitimidade do pleito e não interfira no processo democrático do país.
Até a tarde desta segunda-feira (26), Trump manteve silêncio sobre a vitória de Lula. Em suas redes sociais, o republicano ignorou o cenário brasileiro, focando em temas como a política interna americana e questões administrativas da Casa Branca, apesar de sua proximidade histórica com a família Bolsonaro.
O deputado Gregory Meeks, integrante do Comitê de Relações Exteriores, foi enfático ao declarar que a gestão Trump precisa apoiar uma transferência de poder pacífica. No mesmo sentido, a deputada Alexandria Ocasio-Cortez destacou que o Brasil demonstrou que a vontade popular prevalece sobre tentativas de supressão autoritária. Já o deputado Ro Khanna classificou o resultado como uma vitória contra o extremismo, reforçando que o ex-presidente americano não deve minar as eleições brasileiras.
A senadora Jeanne Shaheen também se manifestou, ressaltando que o povo brasileiro se expressou em uma das maiores democracias do mundo. O senador independente Bernie Sanders, que já havia parabenizado o petista na noite de domingo, reforçou que Lula tem defendido os trabalhadores e a democracia, trajetória que deve seguir nos próximos quatro anos.
Em resumo
- Parlamentares democratas parabenizaram Lula pela reeleição e cobraram reconhecimento de Trump.
- Donald Trump não se manifestou sobre o resultado das eleições brasileiras até a tarde desta segunda-feira.
- Congressistas americanos enfatizaram a necessidade de respeito ao processo democrático e à vontade popular.
Fonte: Diário do Centro do Mundo

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