Política · Segurança

Feminicídio interrompe celebração eleitoral no Recife

Servidora pública é assassinada pelo ex-companheiro durante comemoração da reeleição de Lula no bairro do Ibura; agressor tirou a própria vida logo em seguida.

Foto: Cidade do Recife (PE) Crédito: Agência Brasil · Original e licença

Um caso de violência de gênero chocou o bairro do Ibura, na zona sul do Recife, no último domingo (25). A servidora pública Juliana Camila Pinto Ribeiro, de 39 anos, foi assassinada a tiros pelo seu ex-companheiro, Josenildo Gomes de Souza Júnior, de 44 anos, durante uma festa que celebrava a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo apuração do portal UOL, o casal manteve um relacionamento por cerca de duas décadas, mas estava separado há aproximadamente um mês. Familiares relataram que Josenildo não aceitava o fim da união e insistia constantemente em uma reconciliação, a qual Juliana recusava. No dia do crime, o homem teria buscado a vítima para uma nova conversa, que culminou no feminicídio seguido de suicídio.

Imagens que circulam nas redes sociais registraram o momento do ataque. Enquanto um grupo de pessoas confraternizava na calçada de uma residência, ao menos sete disparos foram ouvidos vindos do interior do imóvel, provocando pânico e correria entre os presentes.

Embora o crime tenha ocorrido durante um evento político, as informações disponíveis indicam que a motivação está ligada ao histórico de violência doméstica e à inconformidade do agressor com o término do relacionamento, e não a questões políticas.

Em resumo

  • Juliana Camila Pinto Ribeiro, 39, foi morta pelo ex-companheiro, Josenildo Gomes de Souza Júnior, 44.
  • O crime ocorreu no domingo (25) no bairro do Ibura, em Recife.
  • O agressor cometeu suicídio após o assassinato.
  • O casal estava separado há um mês, após 20 anos de união.

Fonte: Brasil 247

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaEm fuga, Flávio Bolsonaro ignora escolta e descumpre ordem de Moraes