Política

Gafe em carta de Flávio Bolsonaro é atribuída a erro de inteligência artificial

O jornalista Paulo Figueiredo justificou falhas em documento do senador Flávio Bolsonaro, culpando o ChatGPT pelo uso de brasão antigo e termos indevidos.

Foto: Paulo Figueiredo – Flávio Bolsonaro Crédito: Reprodução / Andressa Anholete/Agência Senado · Original e licença

O jornalista Paulo Figueiredo utilizou suas redes sociais nesta quinta-feira (29) para tentar explicar as inconsistências encontradas em uma carta divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL). O documento, que contesta o resultado das eleições presidenciais, apresentou erros visuais e de conteúdo que geraram repercussão imediata.

Segundo Figueiredo, as falhas foram causadas pelo uso do ChatGPT durante a elaboração do texto. O jornalista afirmou que o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) teria solicitado à ferramenta a inserção do brasão da República, mas a IA optou por um símbolo histórico, com a grafia "Brazil". Além disso, uma versão preliminar do documento, que classificava Flávio como "presidente eleito", teria sido incluída por engano no arquivo final gerado pela tecnologia.

Figueiredo minimizou os equívocos, tratando-os como questões técnicas superadas após a divulgação de uma versão corrigida pelo próprio senador. O jornalista defendeu que o conteúdo político da carta, que insiste na tese de ilegitimidade do pleito, permanece inalterado.

Em resumo

  • Paulo Figueiredo atribuiu ao ChatGPT erros em carta de Flávio Bolsonaro.
  • As falhas incluíram um brasão antigo e a menção indevida a "presidente eleito".
  • O jornalista afirmou que Eduardo Bolsonaro utilizou a IA para formatar o documento.
  • Versões corrigidas foram publicadas após a repercussão das divergências.

Fonte: Brasil 247

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