Estudantes ocupam as ruas em defesa da democracia e contra ataques de Flávio Bolsonaro
A UNE organiza manifestações em nove estados neste domingo para celebrar a vitória de Lula e repudiar as contestações golpistas do senador Flávio Bolsonaro.

Foto: Estudantes participam de ato em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em São Paulo - Danilo Verpa -22.out.26/Folhapress · Original e licença
Neste domingo (1º), estudantes de diversas regiões do país saem às ruas em uma mobilização nacional organizada pela União Nacional dos Estudantes (UNE). O movimento, batizado de "Brasil com S", tem como objetivo principal reafirmar a legitimidade da reeleição do presidente Lula e repudiar as recentes investidas golpistas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A indignação da categoria foi motivada por uma carta divulgada pelo senador, na qual ele questiona o resultado das urnas e chega a se autoproclamar o "verdadeiro presidente eleito". O documento, que inicialmente utilizava uma grafia arcaica do nome do país, gerou forte reação entre os movimentos sociais. Após a repercussão negativa, o texto foi alterado, mas a postura do parlamentar continua sendo alvo de críticas por setores que defendem a integridade do processo eleitoral.
Lula garantiu sua permanência no Palácio do Planalto com 51,79% dos votos válidos, superando os 48,21% obtidos por Flávio Bolsonaro. Para a UNE, as manifestações deste domingo são fundamentais para consolidar a soberania popular e impedir retrocessos democráticos. "Não aceitaremos ataques à nossa democracia", declarou a entidade em suas redes sociais.
Os atos ocorrem ao longo do dia em nove estados, incluindo capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre. Em Salvador, a mobilização está programada para a próxima segunda-feira (2).
Em resumo
- A UNE organiza atos em nove estados neste domingo para defender a democracia e a reeleição de Lula.
- O movimento protesta contra a carta de Flávio Bolsonaro, que contesta o resultado das eleições.
- Lula venceu o pleito com 51,79% dos votos, contra 48,21% do senador bolsonarista.
Fonte: Folha de S.Paulo

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