Política · Justiça

Disputa pelo Senado: Tereza Cristina resiste e se coloca como terceira via contra Alcolumbre e Marinho

A senadora Tereza Cristina mantém sua candidatura à presidência do Senado, buscando atrair o centrão e se diferenciar das estratégias de Rogério Marinho e Davi Alcolumbre.

Foto: Em pronunciamento, à bancada, senadora Tereza Cristina (PP-MS) Crédito: Saulo Cruz/Agência Senado · Original e licença

A corrida pela presidência do Senado Federal segue sem um desfecho consensual na oposição. Segundo informações divulgadas pelo jornalista Caio Junqueira, da CNN Brasil, a tentativa de unificar um nome contra a recondução de Davi Alcolumbre (União-AP) fracassou, mantendo a disputa dividida entre o senador Rogério Marinho (PL-RN) e a senadora Tereza Cristina (PP-MS).

Mesmo após rodadas de negociação, não houve acordo para a desistência de um dos postulantes. Enquanto Marinho prepara a formalização de sua candidatura para esta quarta-feira (4), Tereza Cristina optou por uma estratégia de bastidores, mantendo sua postulação ativa até o pleito, agendado para 1º de fevereiro.

Aliados da senadora apostam em seu perfil de diálogo para atrair legendas do centrão que buscam uma alternativa tanto à continuidade de Alcolumbre quanto ao estilo de Marinho. A parlamentar tem sinalizado que, embora não ignore o debate sobre o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal, sua prioridade será a pauta de reformas econômicas.

Internamente, a avaliação é de que nenhum dos candidatos atingiu, até o momento, os 41 votos necessários para garantir a vitória. A estratégia de Tereza Cristina é consolidar sua densidade política para, em um momento estratégico, tentar atrair o apoio de Marinho para sua própria chapa.

Em resumo

  • A oposição não conseguiu consenso e mantém duas candidaturas ao Senado.
  • Rogério Marinho formaliza sua disputa nesta quarta-feira (4).
  • Tereza Cristina busca se viabilizar como alternativa focada em reformas econômicas.
  • Nenhum dos postulantes atingiu a maioria absoluta de 41 votos até agora.

Fonte: Brasil 247

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaPL vive racha interno e pressiona por aliança estratégica na Câmara