Política · Justiça

Janja reforça no STF defesa contra bets e alerta para impacto na saúde das famílias

Primeira-dama participou de audiência pública no Supremo sobre a regulação das apostas online e entregou estudo sobre os danos causados às mulheres.

Foto: - Ao lado de Paula Lavigne e de Mariana Ribeiro, Janja entregou relatório a Luiz Fux - Foto: Rosinei Coutinho/STF · Original e licença

A primeira-dama e socióloga Janja Lula da Silva marcou presença, nesta terça-feira (3), em uma audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF) para defender a manutenção da Medida Provisória que restringiu a atuação das casas de apostas online no Brasil. O debate, convocado pelo ministro Luiz Fux, analisa pedidos de suspensão da norma que retirou as bets do mercado nacional.

Durante o encontro, Janja entregou ao magistrado o relatório intitulado “Mulheres e Bets, o custo das apostas online para as brasileiras e suas famílias”, elaborado pelo Estúdio Clarice. Acompanhada por Mariana Ribeiro e Paula Lavigne, a primeira-dama argumentou que o vício em apostas tornou-se um grave problema de saúde pública, com impactos desproporcionais sobre as mulheres, que frequentemente arcam com o peso financeiro e emocional do endividamento doméstico.

Em suas redes sociais, Janja enfatizou que a proibição das plataformas é uma medida necessária para garantir a segurança e a dignidade dos lares brasileiros. A participação da primeira-dama ocorre em um cenário de forte pressão, uma vez que a maioria dos expositores convocados para a audiência no STF tem se posicionado contrariamente à restrição imposta pelo governo federal.

Em resumo

  • Janja participou de audiência no STF sobre a MP que retira bets do mercado.
  • A primeira-dama entregou estudo sobre os danos das apostas para mulheres e famílias.
  • O governo defende a proibição como forma de proteger a saúde pública e a renda familiar.

Fonte: Revista Fórum

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaCâmara de SP blinda Ricardo Nunes e enterra pedido de cassação