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"Três anos depois, a história do impeachment de Dilma Rousseff continua a ser reescrita. Na sexta-feira, o tucano Aloysio Nunes afirmou que a Lava-Jato cometeu ’ilegitimidades’ e vendeu ’peixe podre’ para forçar a derrubada da ex-presidente. Ele se referia ao grampo do ’Bessias’, vazado por Sergio Moro às vésperas da votação decisiva na Câmara", diz o colunista Bernardo Mello Franco, do Globo.
"O tucano foi beneficiário direto do impeachment. Candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves, ele virou líder do governo de Michel Temer no Senado. Meses depois, foi promovido a ministro das Relações Exteriores. Na sexta, o tucano disse não ter dúvidas de que a nomeação de Lula teria evitado a queda de Dilma", afirma ainda o colunista.
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