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O Exército alterará uma portaria publicada há duas semanas para aumentar de dois para quatro o número de armas que policiais e bombeiros militares inativos podem possuir. Em maio, a força revisou a portaria, reduzindo o limite de cinco para duas armas de uso restrito, permitindo apenas um fuzil. No entanto, os congressistas da ’bancada da bala’ reclamaram que a portaria era muito restritiva ao limitar a posse de armas e vetar o acesso a armamentos de uso restrito.
A reivindicação dos policiais, levada por parlamentares ao ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e ao comandante do Exército, general Tomás Paiva, era de que eles precisavam ter garantias de que poderiam permanecer com as armas que já possuíam, geralmente de calibres restritos como .40 e 9mm. A mudança foi acertada após deputados da bancada da bala apresentarem o pedido.
"Aquela portaria que prejudicava os policiais, especialmente os inativos, vai ser suspensa e nos próximos dias será editada a nova portaria. A nossa luta valeu a pena", disse o deputado Coronel Ulysses (União Brasil). A nova regra deve equiparar os policiais da ativa e os aposentados, permitindo a posse de quatro armas, sendo duas de uso restrito e duas de uso permitido.
Além disso, o governo Lula liberou a compra de insumos para recarga como alternativa à compra de munição, que continua suspensa. A portaria foi considerada um aceno da atual gestão aos policiais militares, que formam a base política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em nota, o Exército disse que realizou "reunião com integrantes do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, no intuito de aperfeiçoar a norma" e que "uma nova portaria será publicada oportunamente".
Com informações da Sputnik
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