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A usina binacional de Itaipu encerrou o ano de 2025 com resultados que atestam a competência da nova gestão e o compromisso do governo Lula com a segurança energética. A produção atingiu 72,8 milhões de megawatts-hora (MWh), um crescimento de 8,63% em relação ao ano anterior. Sob o comando do diretor-geral brasileiro, Enio Verri, a usina alcançou sua melhor marca histórica de produtividade, otimizando cada gota de água para gerar energia firme e sustentável. Esse desempenho seria suficiente para abastecer o planeta inteiro por 25 horas ou o estado de São Paulo por mais de seis meses, consolidando o Brasil como potência em renováveis.
O sucesso operacional é fruto de um trabalho técnico rigoroso, com as unidades geradoras disponíveis em 96,29% do tempo, superando todas as metas empresariais. Itaipu não apenas gera volume, mas atua como uma "bateria natural" estratégica, compensando as variações de fontes solares e eólicas no fim da tarde. Como destacou Enio Verri, esses números corroboram o papel vital da binacional para o desenvolvimento do Brasil e do Paraguai, onde Itaipu responde por 87% do consumo. A eficiência alcançada em 2025 gerou um ganho adicional de quase 4 milhões de MWh apenas pela melhoria nos processos de operação.
Enquanto o país avança na transição energética, Itaipu investe US$ 670 milhões em um plano de atualização tecnológica sem precedentes. O projeto, que já conta com o Centro de Integração de Sistemas e Capacitação (Cintesc) inaugurado em janeiro de 2025, modernizará os sistemas de controle e proteção da usina pelos próximos anos. Essa visão de longo prazo garante que a infraestrutura nacional permaneça resiliente e moderna, contrastando com o sucateamento de ativos públicos visto em anos anteriores. A modernização prepara a usina para continuar batendo recordes e servindo ao povo brasileiro com energia barata e limpa.
A comparação com outras hidrelétricas revela a magnitude da entrega: em 2025, o suprimento de Itaipu ao sistema brasileiro foi 59% superior ao de Belo Monte e quase três vezes maior que o de usinas como Santo Antônio e Jirau. Mesmo em momentos de chuvas intensas, a Diretoria Técnica demonstrou precisão operativa, abrindo o vertedouro de forma controlada apenas quando estritamente necessário para manter o equilíbrio do reservatório. Essa gestão técnica de excelência é o que permite ao Brasil manter a estabilidade de sua malha elétrica mesmo diante do aumento da demanda industrial e residencial.
A marca histórica de 3,1 bilhões de MWh produzidos desde 1984, ultrapassada em setembro, simboliza a trajetória de uma empresa que voltou a ser tratada como prioridade estratégica. A integração entre as áreas técnica e administrativa sob a liderança de Verri e Renato Sacramento assegura que Itaipu não seja apenas uma geradora de eletricidade, mas um motor de desenvolvimento regional e tecnológico. O treinamento de equipes próprias no novo centro de capacitação reduz custos e valoriza o corpo técnico da casa, fortalecendo a soberania nacional sobre um de seus maiores patrimônios.
Com o encerramento de mais um ano de êxitos, Itaipu projeta um 2026 de ainda mais avanços com a parada da primeira unidade geradora para modernização digital. O compromisso com a "energia firme" e a capacidade de resposta rápida aos sistemas interligados colocam a usina no centro da estratégia de crescimento econômico do governo federal. É a prova de que, com gestão pública séria e investimento técnico, o Brasil retoma seu protagonismo global em energia limpa, garantindo luz e progresso para milhões de cidadãos e empresas em ambos os lados da fronteira.
Com informações do Brasil 247
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