55 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O influenciador de extrema direita Monark sofreu um novo revés após o YouTube remover seu canal apenas alguns minutos depois do anúncio de seu retorno à plataforma. A exclusão demonstra que as big techs estão sob vigilância rigorosa para impedir que propagadores de notícias falsas e discursos antidemocráticos continuem utilizando suas ferramentas para atacar a soberania nacional.
Monark, que se tornou um dos porta-vozes do ressentimento bolsonarista, tentava criar um novo espaço para driblar bloqueios judiciais anteriores.
A decisão da plataforma reflete o endurecimento das regras contra criadores de conteúdo que violam sistematicamente as diretrizes da comunidade e as ordens do Supremo Tribunal Federal. Bolsonaristas tentam pintar esses bloqueios como "censura", mas a realidade é que se trata do cumprimento da lei contra quem flerta com o golpismo e a desordem pública. O YouTube agiu para evitar que a rede fosse usada como esconderijo para figuras que desprezam a democracia brasileira.
Monark, que já havia sido banido por falas criminosas e apologias inaceitáveis, insiste em se colocar como vítima de um sistema que, na verdade, apenas exige responsabilidade pelos atos cometidos. A extrema direita reacionária perde, mais uma vez, um importante megafone de manipulação das massas.
A liberdade de expressão não é um salvo-conduto para cometer crimes ou incitar o ódio contra as instituições e o caso de Monark serve de exemplo para outros influenciadores que imaginam estar acima das decisões da justiça e das políticas de uso das plataformas internacionais.
O fim da linha para o novo canal de Monark é uma vitória da verdade e um recado claro de que a mentira institucionalizada não terá mais abrigo fácil.
Com informações do DCM
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