170 visitas - Fonte: PlantaoBrasil
A aprovação do fim da exaustiva jornada de trabalho de seis dias de serviço por apenas um de descanso na Comissão Especial da Câmara expôs, de forma definitiva, quem são os verdadeiros inimigos da classe trabalhadora no parlamento brasileiro. Os deputados alinhados à extrema direita e ao bolsonarismo votaram em massa contra o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), demonstrando um desprezo absoluto pela saúde mental, pelo bem-estar e pela dignidade das famílias que movem a economia do país. A posição vergonhosa dessa bancada reacionária escancara o compromisso desse grupo com a manutenção de um modelo de exploração laboral medieval.
O placar detalhado da votação revelou que os partidos que dão sustentação ao antigo regime derrotado, em especial a bancada do PL, orientaram e despejaram votos para tentar enterrar a medida benéfica ao povo trabalhador. Enquanto o governo popular e democrático do presidente Lula atua firmemente nos bastidores para construir os consensos necessários e garantir mais qualidade de vida para a população, os parlamentares da oposição extremista preferiram se ajoelhar diante dos interesses do grande patronato corporativo, ignorando o clamor de milhões de brasileiros que sofrem diariamente com o esgotamento físico nas empresas.
A resistência feroz dos bolsonaristas em abrir mão de um modelo que escraviza o trabalhador não surpreende quem acompanha o histórico de destruição de direitos promovido pelo degoverno de Jair Bolsonaro, já condenado pela Justiça a 27 anos e 3 meses de prisão. Nos debates que antecederam a votação no colegiado, os deputados do atraso recorreram ao terrorismo econômico barato e a mentiras infundadas, alegando de forma cínica que a redução da jornada geraria desemprego em massa e inflação. Todos os argumentos falaciosos foram rebatidos tecnicamente pelas forças progressistas, que comprovaram os benefícios da medida para a produtividade e para a economia nacional.
Apesar de todas as manobras obstrucionistas, a união das forças democráticas e o apoio decisivo da base governista garantiram que o parecer favorável fosse referendado na Comissão Especial por ampla maioria dos votos. A vitória inicial representa o primeiro passo para que o Brasil finalmente se alinhe às práticas das nações mais desenvolvidas do mundo no que diz respeito às relações laborais modernas. A derrota imposta à bancada reacionária serve como um aviso claro de que as engrenagens de desinformação do extremismo não têm mais o poder de frear os avanços sociais do atual governo republicano.
Com a conclusão desta etapa crucial, a matéria segue agora para a apreciação dos plenários soberanos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, onde as frentes populares e sindicais já organizam uma vigilância permanente sobre os mandatos. O objetivo do campo democrático é expor de forma sistemática a lista de cada parlamentar que tentar sabotar o projeto nas fases seguintes de votação, que exigirão quórum qualificado por se tratar de uma alteração constitucional. A militância seguirá mobilizada para garantir que o direito ao descanso e à dignidade humana prevaleça sobre a ganância das elites protetoras do bolsonarismo.
O avanço da PEC contra a jornada 6x1 consolida a agenda socioeconômica do presidente Lula voltada para a valorização do salário mínimo, geração de empregos qualificados e resgate da cidadania que havia sido aniquilada nos anos anteriores. Acuados pela força do voto popular e pela transparência das instituições, os defensores do retrocesso assistem ao esvaziamento de suas pautas destrutivas, enquanto o país marcha firme em direção à justiça social.
Deputados que votaram contra em 1° turno:
-Adriana Ventura (Novo-SP);
-Bibo Nunes (PL-RS);
-Carlos Chiodini (MDB-SC).
-Caroline de Toni (PL-SC);
-Daniel Freitas (PL-SC);
-Daniela Reinehr (PL-SC);
-Fabio Schiochet (União Brasil-SC);
-Fausto Pinato (União Brasil-SP);
-Gilson Marques (Novo-SC);
-Julia Zanatta (PL-SC);
-Kim Kataguiri (Missão-SP);
-Lucas Redecker (PSD-RS);
-Marcel van Hattem (Novo-RS);
-Mauricio Marcon (PL-RS);
-Nicoletti (PL-RR);
-Paulo Marinho Jr. (PL-MA);
-Pezenti (MDB-SC);
-Ricardo Guidi (PL-SC);
-Ricardo Salles (Novo-SP);
-Rosangela Moro (PL-SP);
-Sérgio Turra (PP-RS); e
-Zé Trovão (PL-SC).
Deputados que votaram contra em 2° turno:
-Adriana Ventura (Novo-SP);
-Bibo Nunes (PL-RS);
-Carlos Chiodini (MDB-SC).
-Caroline de Toni (PL-SC);
-Daniel Freitas (PL-SC);
-Daniela Reinehr (PL-SC);
-Fabio Schiochet (União Brasil-SC);
-Gilson Marques (Novo-SC);
-Julia Zanatta (PL-SC);
-Kim Kataguiri (Missão-SP);
-Lucas Redecker (PSD-RS);
-Marcel van Hattem (Novo-RS);
-Mauricio Marcon (PL-RS);
-Nicoletti (PL-RR);
-Pezenti (MDB-SC);
-Ricardo Guidi (PL-SC);
-Ricardo Salles (Novo-SP);
-Rosangela Moro (PL-SP);
-Sérgio Turra (PP-RS); e
Zé Trovão (PL-SC).
Com informações do Metrópoles
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