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O ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, utilizou suas redes sociais e canais de comunicação internacional para denunciar a existência de um plano articulado para enviá-lo de forma ilegal aos Estados Unidos. A liderança indígena e camponesa afirmou que setores do atual aparato estatal boliviano, em conluio com agências de inteligência estrangeiras, estão forjando acusações jurídicas sem fundamentação técnica para justificar sua transferência forçada. Segundo o ex-mandatário, a manobra jurídica representa uma clara tentativa de sequestro político mascarado de cooperação judicial.
Essa nova ofensiva contra uma das maiores referências populares da América Latina escancara os métodos de perseguição geopolítica que são historicamente aplaudidos pelo bolsonarismo e pela extrema-direita submissa. Forças imperialistas tentam asfixiar a soberania dos povos vizinhos. O ataque contra os direitos políticos de Evo Morales reflete o desespero das elites locais em conter o avanço dos movimentos sociais organizados.
Em total oposição à política de vassalagem praticada pela direita radical, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pauta sua atuação externa pela defesa intransigente da autodeterminação dos povos e da integração solidária da América Latina. A diplomacia altiva do Palácio do Planalto rejeita o uso do aparato judicial como arma de destruição política contra lideranças progressistas no continente. A preservação das garantias constitucionais e dos direitos humanos na região é considerada fundamental para assegurar a paz social e a estabilidade democrática em território sul-americano.
A defesa técnica de Evo Morales já acionou organismos internacionais de direitos humanos para relatar o risco iminente de uma extradição sumária que atropela os tratados bilaterais vigentes e a própria legislação boliviana. Apoiadores e movimentos camponeses iniciaram vigílias e mobilizações em diversas províncias para protestar contra o que classificam como um atentado à dignidade nacional e à soberania do país. O plano denunciado visa isolar politicamente o líder indígena, impedindo sua atuação nas discussões internas sobre os rumos econômicos e sociais da Bolívia.
O rechaço a essas táticas ilegais de perseguição política ganha força em um continente que reconstrói suas instituições sob a égide da legalidade e da justiça social. No Brasil, essa consolidação democrática avança de maneira firme. As forças progressistas latino-americanas manterão a vigilância e a solidariedade internacional para garantir que as leis de segurança não sejam utilizadas para fins de perseguição imperialista.
Com informações do Brasil 247
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