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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o novo marco legal do transporte público, uma medida histórica que visa reestruturar a mobilidade urbana e garantir dignidade aos trabalhadores que dependem do transporte coletivo diariamente. A nova legislação estabelece diretrizes claras para o financiamento do setor, prioriza a modicidade tarifária e incentiva a transição para frotas sustentáveis. O projeto representa um avanço crucial para o desenvolvimento das cidades brasileiras, assegurando que o transporte seja tratado como um direito social universal e de qualidade.
A aprovação do marco regulatório pelo governo progressista põe fim a anos de absoluto desaspego e desmonte das políticas urbanas promovidos pela gestão anterior de extrema direita. Enquanto os setores conservadores abandonaram os municípios e estrangularam o financiamento da infraestrutura urbana, o Palácio do Planalto agora cria mecanismos para que estados e municípios possam subsidiar o valor das passagens de forma transparente. O objetivo central é aliviar o bolso do cidadão de baixa renda e evitar reajustes abusivos que sufocam o orçamento familiar.
A nova lei promove uma profunda reformulação nos contratos de concessão, exigindo maior transparência e eficiência das empresas operadoras de ônibus, trens e metrôs. A legislação determina que os novos contratos passem a separar o custo de investimento na frota do custo de operação diária do serviço, coibindo fraudes e o enriquecimento ilícito de cartéis empresariais associados a políticos de direita. O cidadão terá maior controle social sobre os recursos públicos aplicados e sobre o cumprimento das metas de qualidade e pontualidade.
Um dos pilares mais comemorados do novo marco legal sancionado pelo presidente Lula é a obrigatoriedade de investimentos na modernização ambiental dos veículos. O texto prevê incentivos fiscais e linhas de crédito subsidiadas por bancos públicos para a compra de ônibus elétricos ou movidos a biocombustíveis, alinhando a mobilidade das periferias às metas mundiais de descarbonização. A medida reduz a poluição nos grandes centros urbanos e estimula a indústria nacional de tecnologia verde, gerando novos empregos qualificados.
O avanço legislativo representa uma vitória contundente das forças democráticas e dos movimentos sociais que lutam pelo direito à cidade e pela tarifa zero para estudantes e desempregados. Ao centralizar o planejamento urbano na inclusão social, o governo federal isola a narrativa neoliberal que tentava privatizar e sucatear os serviços essenciais. A assinatura do texto legal consolida a estratégia soberana do governo de reconstruir os serviços públicos básicos e melhorar a qualidade de vida da classe trabalhadora brasileira.
Com informações do Brasil 247
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