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A altivez da diplomacia brasileira voltou a brilhar no cenário internacional, aplicando uma lição inesquecível de soberania que desmoralizou por completo o complexo de vira-lata da oposição extremista. Durante a cúpula do G7 realizada na cidade de Evian, na França, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva protagonizou um momento histórico ao ignorar de forma soberana uma tentativa de cumprimento do presidente estadunidense, Donald Trump. A cena, capturada pelas lentes do mundo inteiro, deixou o mandatário visivelmente desconcertado e sem reação diante dos demais chefes de Estado.
O episódio ocorreu durante os momentos que antecederam a tradicional fotografia oficial dos líderes mundiais e convidados no resort europeu. Enquanto os bolsonaristas tentaram cortar e manipular as primeiras imagens para espalhar a fake news de que o líder brasileiro havia sido isolado, o registro integral dos bastidores restabeleceu a verdade nua e crua. O vídeo completo revela que Trump estendeu a mão na direção de Lula, mas o chefe de Estado brasileiro, que mantinha uma conversa firme com a presidenta da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, manteve sua postura e não retribuiu o gesto, deixando o americano no vácuo.
A reação de Trump ao ser solenemente ignorado virou motivo de comentários e piadas entre as comitivas internacionais nos corredores da cúpula, arrancando inclusive risadas discretas do presidente francês, Emmanuel Macron. A postura firme de Lula reflete a estratégia de uma liderança que não aceita se submeter a papel de vassalo ou rastejar diante de potências estrangeiras, especialmente após a administração de Washington tentar impor tarifas comerciais contra o Brasil e ensaiar interferências na política interna sul-americana a pedido da oposição entreguista brasileira.
O comportamento soberano do presidente da República contrasta de forma brutal com a postura submissa dos filhos de Jair Bolsonaro, que costumam viajar aos Estados Unidos para lamber as botas de líderes estrangeiros e aplaudir medidas que prejudicam a própria economia do país. Nos bastidores de Brasília, o pânico já se instalou na pré-campanha de Flávio Bolsonaro, que assiste ao derretimento de suas intenções de voto em pesquisas recentes, como o desastroso levantamento CNT/MDA, que aponta a consolidação da liderança de Lula com chances reais de vitória no primeiro turno.
Além do gelo diplomático que rodou o planeta, Lula aproveitou as sessões de debate do G7 para proferir um discurso contundente que atingiu em cheio o militarismo e o protecionismo das grandes potências econômicas. O presidente brasileiro criticou abertamente os gastos de trilhões de dólares em guerras predatórias que geram inflação e miséria global, além de cobrar responsabilidade no combate ao crime organizado, denunciando que grandes lavadores de dinheiro e traficantes de armas residem livremente em solo americano sem serem incomodados pelas autoridades locais.
Assista ao vídeo:
?? Lula e Trump não interagem durante “foto de família” do G7 pic.twitter.com/GzYk0iJe0i
— Metrópoles (@Metropoles) June 16, 2026