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Os aliados de extrema direita de Flávio Bolsonaro na Câmara dos Deputados e no Senado receberam ordens expressas para iniciar uma cortina de fumaça nas redes sociais contra o presidente Lula. O plano busca abafar a revolta popular provocada pelo tarifaço abusivo imposto pelo governo dos Estados Unidos contra os produtos nacionais, numa tentativa desesperada de rebater as denúncias de que o filho de Jair Bolsonaro trabalhou ativamente contra os próprios interesses do Brasil.
O campo progressista e os apoiadores do governo federal encurralaram o senador com a alcunha de TariFlávio, expondo que o parlamentar bolsonarista atuou diretamente com Donald Trump para sabotar a economia brasileira e prejudicar o país. Para tentar fugir da culpa pelo ataque aos trabalhadores, os parlamentares da oposição passaram a espalhar a narrativa mentirosa de que o governo federal falhou nas negociações com a gestão estadunidense.
Como base para a farsa, os bolsonaristas utilizam uma postagem hostil feita pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, que atacou o presidente Lula ao afirmar de maneira arrogante que o líder brasileiro colocou o ego acima dos interesses nacionais. O deputado Sanderson, atuando como vice-líder da oposição, usou as redes sociais para endossar o ataque imperialista, alegando falsamente que a verdade havia aparecido e defendendo os interesses da cúpula de Donald Trump no parlamento.
Outro parlamentar que se prestou ao papel de defender a agressão estadunidense foi o deputado Rodrigo Valadares, que atacou frontalmente o presidente Lula e tentou transferir para o Palácio do Planalto a responsabilidade única e exclusiva pelo tarifaço de 25%. A guerra digital ganhou força total após a oficialização das taxas sobre as exportações brasileiras, abrindo um confronto aberto entre os defensores da soberania nacional e os submissos ao governo estrangeiro.