Brasil registra saldo positivo e recorde na criação de empresas sob gestão petista
Dados oficiais apontam que o país mantém um ritmo acelerado de formalização de negócios, com destaque para o crescimento recorde de micro e pequenas empresas em 2025 impulsionado por novas políticas de crédito.

O ambiente de negócios no Brasil tem demonstrado um saldo favorável desde o início de 2023. Conforme informações do Mapa de Empresas, que consolida os registros do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, o volume de novos empreendimentos superou as baixas registradas no período. Entre 2023 e 2024, o país contabilizou 8.123.590 aberturas contra 4.590.030 encerramentos, resultando em um saldo positivo de aproximadamente 3,53 milhões de empresas.
O ano de 2025 marcou um salto expressivo na série histórica. O Sebrae informou que o país atingiu a marca de 5,1 milhões de novos negócios, um crescimento de 18,6% na comparação com o ano anterior. A base dessa expansão é composta majoritariamente por pequenos empreendedores, com os MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte respondendo por 96% das novas formalizações. O setor de serviços lidera a preferência, concentrando 64% dos novos registros, seguido pelo comércio.
A distribuição geográfica das novas empresas mantém São Paulo na liderança, com 29,57% do total, seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. Segundo o governo, esse cenário é fruto de um conjunto de fatores que inclui a desburocratização e o estímulo ao consumo. Para sustentar esse movimento, o Ministério do Empreendedorismo tem promovido programas como o Acredita, instituído pela Lei nº 14.995 de outubro de 2024, que oferece renegociação de dívidas e microcrédito, além da reformulação do Pronampe para facilitar o acesso a recursos.
Em resumo: - O Brasil registrou um saldo positivo de 3,53 milhões de empresas entre 2023 e 2024. - O ano de 2025 atingiu um recorde de 5,1 milhões de novas empresas, um aumento de 18,6% frente a 2024. - Pequenos negócios representam 96% das novas aberturas, com foco no setor de serviços.
Fonte: Revista Fórum

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