Tarcísio reage a Lula e classifica críticas sobre transporte como manobra eleitoral
Governador de São Paulo rebate acusações do presidente sobre o sistema de transporte e nega necessidade de estender horário de votação neste domingo.

Foto: O governador Tarcísio de Freitas ao votar neste domingo - Danilo Verpa/Folhapress · Original e licença
Em meio ao clima de tensão no segundo turno das eleições, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), rebateu duramente as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o funcionamento do transporte público no estado. Em entrevista à coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o gestor paulista afirmou que as críticas do petista carecem de provas e servem apenas como um subterfúgio para antecipar uma justificativa diante de uma possível derrota nas urnas.
Tarcísio assegurou que a operação do sistema está normalizada e sob monitoramento constante da central Smart Sampa. Segundo o governador, a oferta de trens, metrôs e ônibus está adequada à demanda deste domingo, sem registros de aglomerações ou filas excessivas. Ele ainda minimizou a presença de veículos nas garagens, classificando a medida como uma prática técnica padrão de reserva, e não como uma tentativa de boicote ao transporte de eleitores.
O governador também utilizou o exemplo do acidente ocorrido no sábado (24), na Linha 15 do metrô, para defender a eficiência de sua gestão. Ele destacou que as equipes trabalharam durante toda a noite para restabelecer o serviço, o que, em sua visão, demonstra o compromisso do governo com a população. Sobre a possibilidade de estender o horário de votação, Tarcísio foi enfático ao rejeitar a ideia, argumentando que o transporte não é um pretexto válido para tal medida.
Em resumo
- Tarcísio de Freitas negou irregularidades no transporte público e afirmou que o sistema opera normalmente.
- O governador acusou Lula de criar narrativas sem provas para justificar um resultado eleitoral desfavorável.
- O gestor paulista descartou a necessidade de estender o horário de votação, classificando o pedido como um argumento falacioso.
Fonte: Folha de S.Paulo

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