Casa Branca autoriza entrada de Flávio Bolsonaro e família nos EUA
Departamento de Estado confirma emissão de vistos para o senador e seus familiares, mas silencia sobre pedido de asilo político.

Foto: Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro e Donald Trump. Foto: Reprodução · Original e licença
O governo dos Estados Unidos confirmou nesta terça-feira (27) a emissão de vistos para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e seus familiares. A decisão, comunicada por uma autoridade do Departamento de Estado, garante a permissão de entrada do grupo em território norte-americano, embora o órgão tenha evitado detalhar a modalidade específica do documento concedido.
A confirmação oficial surge em meio a especulações sobre o status migratório do parlamentar. O advogado mexicano Simón Levy, aliado de Donald Trump, havia afirmado anteriormente que o governo republicano teria concedido asilo político ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. No entanto, a nota do Departamento de Estado não faz qualquer menção a pedidos de proteção internacional ou asilo, tratando o caso estritamente como uma autorização de entrada.
É importante ressaltar que, na legislação migratória dos Estados Unidos, a emissão de um visto de viagem é um procedimento administrativo distinto de uma concessão de asilo. Enquanto o visto permite a entrada regular, o asilo é uma proteção concedida a quem alega perseguição ou risco em seu país de origem. Até o momento, as autoridades americanas não confirmaram se houve solicitação formal de asilo por parte do senador.
O Departamento de Estado manteve sigilo sobre os detalhes da operação, não informando o tipo de visto, o prazo de validade dos documentos ou a data prevista para a viagem da família.
Em resumo
- O Departamento de Estado dos EUA confirmou a emissão de vistos para Flávio Bolsonaro e sua família.
- O governo americano não confirmou a concessão de asilo político, contrariando alegações feitas pelo advogado Simón Levy.
- A autoridade americana não especificou a modalidade do visto nem a data de entrada do grupo no país.
Fonte: Diário do Centro do Mundo

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