Política · Justiça

Justiça barra tentativa de censura contra Richarlison em briga por ilha em Angra

O Poder Judiciário rejeitou a investida de Willer Tomaz e sua imobiliária para silenciar o jogador Richarlison sobre denúncias envolvendo uma ilha em Angra dos Reis.

Foto: O advogado Willer Tomaz. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles · Original e licença

O magistrado Giordano Resende Costa, responsável pela 4ª Vara Cível de Brasília, decidiu não atender à solicitação feita pelo jurista Willer Tomaz e pela firma WT Administração de Imóveis e Bens. Eles buscavam forçar o atleta Richarlison a deletar de suas redes sociais conteúdos que expõem um embate jurídico sobre um terreno na Ilha Comprida, situada em Angra dos Reis.

A investida para derrubar as postagens, que já havia sido barrada em agosto, teve sua negativa reafirmada pelo tribunal em setembro, permitindo que o processo continue seu curso natural. O jogador utilizou seu perfil em 21 de outubro para tornar pública uma série de documentos, incluindo contratos e diálogos, nos quais aponta que o advogado e o senador Flávio Bolsonaro teriam se apoderado do local sem realizar o pagamento devido.

Richarlison defende que é o legítimo possuidor da área desde 2020, amparado por decisões da Justiça fluminense. Em contrapartida, os representantes de Willer Tomaz sustentam que a empresa detém a ocupação legal e que o jogador teria feito negócio com pessoas sem direito à propriedade. O senador Flávio Bolsonaro, por sua vez, nega qualquer vínculo com a transação imobiliária.

Em resumo: - A Justiça negou o pedido de Willer Tomaz e da WT Administração de Imóveis para apagar as denúncias feitas por Richarlison. - O jogador acusa o advogado e o senador Flávio Bolsonaro de tomarem sua propriedade sem pagamento. - O processo segue em tramitação sem definição sobre a posse da ilha.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

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