Política

Gleisi Hoffmann ganha força para compor o quarto mandato de Lula

Com a proximidade do novo mandato, nomes como Gleisi Hoffmann, Guilherme Boulos e Alexandre Padilha surgem como peças-chave na futura estrutura ministerial de Lula.

Foto: Gleisi Hoffmann Crédito: Flickr/SRI · Original e licença

A ex-ministra e liderança petista Gleisi Hoffmann é apontada como presença praticamente garantida na equipe ministerial do quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Embora o desenho final da Esplanada ainda não tenha sido oficializado, o nome de Hoffmann figura entre os mais cotados por aliados do governo para ocupar uma posição estratégica na nova gestão.

Segundo informações veiculadas pelo jornal O Globo, a lista de nomes com participação considerada provável inclui figuras centrais da atual administração, como os ministros Guilherme Boulos (Secretaria-Geral da Presidência), Alexandre Padilha (Saúde) e Bruno Moretti (Planejamento). A experiência de Gleisi na articulação política e no diálogo com o Congresso é vista como um ativo importante para a governabilidade no próximo ciclo.

O presidente Lula, contudo, ainda não deu início às tratativas formais sobre a montagem do ministério. O cronograma do Palácio do Planalto prevê que as discussões ganhem tração apenas na segunda quinzena de novembro, após o retorno de Lula de uma viagem oficial à Turquia e às Filipinas, agendada entre os dias 9 e 16.

As movimentações nos bastidores já indicam que as pastas da Casa Civil e da Fazenda serão as prioridades iniciais. Para a Casa Civil, os nomes de Fernando Haddad e Camilo Santana aparecem como os principais cotados. Já para o comando da economia, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, são os nomes que circulam com maior frequência entre os interlocutores do presidente.

Em resumo

  • Gleisi Hoffmann é cotada para integrar o primeiro escalão do quarto mandato de Lula.
  • As negociações ministeriais devem ser intensificadas após o retorno do presidente de viagem internacional em meados de novembro.
  • Nomes como Haddad, Santana, Alckmin e Fonteles são ventilados para pastas estratégicas como Casa Civil e Fazenda.

Fonte: Brasil 247

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