Política · Justiça

Corrida pelo Supremo: Tebet e Daniela Teixeira entram no radar de Lula para futuras vagas

O presidente Lula avalia nomes para preencher cadeiras no STF até o fim de seu mandato, com foco na indicação de mulheres e nomes de confiança para a Corte.

O tabuleiro político para as próximas indicações ao Supremo Tribunal Federal começou a se movimentar com força nos bastidores do Palácio do Planalto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que terá a oportunidade de nomear três novos ministros até o encerramento de seu atual mandato, tem recebido sugestões de aliados para ocupar as cadeiras disponíveis. Entre os nomes que ganharam tração recentemente está o da ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, que possui trajetória jurídica consolidada e passagem pela presidência da CCJ do Senado.

A estratégia do governo para o Supremo envolve o compromisso de Lula em garantir a presença feminina na composição da Corte. Nesse contexto, além de Tebet, o nome da ministra do Superior Tribunal de Justiça, Daniela Teixeira, também circula entre os cotados para o posto. A busca por novos integrantes ocorre em um momento de renovação, iniciado com a vacância deixada por Luís Roberto Barroso em outubro de 2025, e que seguirá com as saídas programadas de Luiz Fux, em 2028, e Cármen Lúcia, em 2029.

O xadrez das indicações não se limita a esses perfis. O governo estuda retomar a tentativa de emplacar o advogado-geral da União, Jorge Messias, após o revés sofrido no Senado em abril deste ano. Paralelamente, o ministro do Tribunal de Contas da União, Rodrigo Pacheco, surge como uma alternativa que agrada tanto ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, quanto a setores influentes dentro do próprio STF.

Em resumo: - O presidente Lula deve realizar três indicações ao STF até o fim de seu mandato, com a meta de incluir ao menos uma mulher na Corte. - Simone Tebet e a ministra do STJ Daniela Teixeira são os nomes femininos que ganharam força nas discussões internas. - O governo avalia reapresentar Jorge Messias ao Senado e considera o nome de Rodrigo Pacheco, que possui apoio de lideranças legislativas e judiciárias.

Fonte: ICL Notícias

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