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Governo rebate nervosismo do mercado e promete ajuste fiscal com justiça social

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que não há motivos para o pânico financeiro e garantiu que a gestão Lula manterá o equilíbrio das contas sem abandonar os compromissos com a população.

Foto: Lula e Dario Durigan Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil · Original e licença

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, minimizou a instabilidade recente no mercado financeiro e assegurou que a política econômica do governo federal seguirá um curso de equilíbrio fiscal, sem sacrificar as promessas de justiça social feitas durante a campanha eleitoral. Em declarações recentes, o integrante da equipe econômica pontuou que o clima de apreensão observado após o pleito não encontra respaldo na realidade das discussões internas do Palácio do Planalto.

Ao comentar as reações negativas captadas pelo Boletim Focus, Durigan defendeu que o Poder Executivo precisa de tempo para processar o cenário nacional. O ministro negou que o governo tenha definido qualquer nome para o Banco Central, ressaltando que as futuras indicações serão conduzidas com rigor técnico e profissionalismo. Ele também esclareceu que não existem agendas confirmadas entre o presidente Lula e economistas como André Lara Resende, desmentindo boatos que circularam nos últimos dias.

O titular da Fazenda reforçou que as reuniões de trabalho têm se concentrado na busca por um ajuste gradual das contas públicas, sempre priorizando a progressividade do sistema tributário e o bem-estar das camadas mais vulneráveis da população. Segundo o ministro, o projeto vitorioso nas urnas busca conciliar a responsabilidade fiscal com a melhoria efetiva da qualidade de vida dos brasileiros, distanciando-se de narrativas simplistas ou de experiências administrativas anteriores que não trouxeram resultados concretos.

Em resumo: - O governo reafirma que o ajuste fiscal será conduzido de forma gradual e alinhado aos compromissos sociais. - Não há definições sobre novas indicações para o Banco Central nem agendas agendadas com economistas externos. - A equipe econômica defende que o equilíbrio das contas públicas é compatível com a manutenção de políticas de combate às desigualdades.

Fonte: Brasil 247

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