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Pesquisa PoderData realizada de 2ª a 4ª feira desta semana (24-26.mai.2021) mostra que o governo do presidente Jair Bolsonaro é desaprovado por 64% dos que receberam o auxílio emergencial. O número supera a taxa geral de desaprovação, que é de 59%.
A gestão federal é aprovada por 29% do grupo dos comtemplados pelo dinheiro, e uma parcela de 6% não soube responder a pergunta. No estudo anterior, feito de 26 e 28 de abril, 58% dos beneficiários do auxílio reprovavam a atual gestão.
A rejeição do governo do presidente entre os beneficiados pelo auxílio e aqueles que não receberam o suporte financeiro se assemelha. No panorama geral, a desaprovação ficou em 59%.

Esta pesquisa foi realizada no período de 24 a 26 de maio de 2021 pelo PoderData, a divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.
Foram 2.500 entrevistas em 462 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.
Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
AUXÍLIO EMERGENCIAL X AVALIAÇÃO DO GOVERNO E DE BOLSONARO
A aprovação do governo é potencialmente maior entre os que não receberam o benefício do governo. Nesse grupo, 65% dizem apoiar a gestão federal. No grupo dos que foram contemplados, a taxa é de 29%. A desaprovação é de 35% e 64%, respectivamente.

O PoderData também pergunta o que os entrevistados acham do trabalho pessoal do presidente: bom/ótimo, regular ou ruim/péssimo. Com esses dados computados, o estudo separa os resultados em 2 grupos: beneficiários e não beneficiários do auxílio emergencial.
No grupo geral, 55% avaliam o trabalho do presidente como “ruim” ou “péssimo”. Entre os comtemplados com o aporte financeiro, são 57%, e entre os que não comtemplados, 55%.

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