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O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, afirmou que a marcha convocada pelo deputado Nikolas Ferreira a Brasília foi marcada pela irresponsabilidade "do início ao fim". Em uma crítica detalhada, Lindbergh relembrou que o ato começou com a ocupação e bloqueio da BR-040 sem qualquer comunicação oficial às autoridades de trânsito ou segurança, um risco grave para manifestantes e motoristas. A imprudência, segundo ele, persistiu até o momento final, quando, mesmo diante de uma forte tempestade, a dispersão não foi feita a tempo, resultando na tragédia de um raio que atingiu os participantes. O incidente levou mais de 30 pessoas ao hospital, com oito em estado grave, após um mastro improvisado no local ter funcionado como um para-raios.
Lindbergh não poupou críticas à conduta de Nikolas Ferreira após o episódio, acusando-o de fazer um discurso confuso e de não demonstrar solidariedade às vítimas. Para o parlamentar petista, a marcha, que pedia a libertação dos condenados do 8 de janeiro, serviu como uma cortina de fumaça para tentar desviar a atenção do escândalo do Banco Master, que envolve figuras próximas ao deputado. Ele encerrou sua análise afirmando que as investigações da Polícia Federal seguirão seu curso e que a reação política virá em forma de campanhas contra a anistia aos golpistas, em defesa do veto presidencial ao PL da Dosimetria e pelo fim da escala 6x1. A declaração reforça o tom de confronto direto com a oposição bolsonarista e coloca a responsabilidade pela segurança em atos públicos no centro do debate.
Do começo ao fim, a “marcha” do Nikolas foi marcada pela irresponsabilidade. Saiu caminhando pela BR-040 sem comunicar PRF, DNIT ou autoridades competentes, fechou pista, ocupou a via, teve até helicóptero pousando na borda da estrada. Brincou com a vida das pessoas.
— Lindbergh Farias (@lindberghfarias) January 25, 2026
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