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Wellington Macedo de Souza, bolsonarista foragido suspeito de participar de atentados a bomba ocorridos na véspera do Natal em Brasília, foi autuado na Justiça cearense por violar um caixão e expor o cadáver de uma mulher em Sobral.
De acordo com informações do G1, o simpatizante do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usou a foto de uma mulher morta, sem autorização da família da vítima, em uma fake news divulgada por ele mesmo sobre “a primeira pessoa morta por Covid-19 na cidade de Sobral”.
Na denúncia, consta que o apoiador do ex-capitão fez uma postagem em sua rede social do caixão aberto com o corpo enrolado em um pano branco, com um papel escrito “Óbito Covid-19”. O caso ocorreu em março de 2020, quando o município ainda não tinha registrado nenhuma morte por Covid. Posteriormente, ficou comprovado que o óbito da mulher não foi pelo vírus.
Na época, o bolsonarista, que também teve um cargo no ministério de Damares Alves, disse que o prefeito Ivo Gomes estava “escondendo” o caso da população. Ivo, por sua vez, negou o óbito: “Quando tiver, se tiver, serei o primeiro a vir a público com a informação. Não há razão para esconder”.

Ivo Gomes, prefeito de Sobral, desmentiu fake news divulgada por Wellington Macedo sobre primeiro óbito por Covid na cidade. — Foto: Reprodução
Após a repercussão da fake news com a foto do cadáver, a família da vítima procurou a Delegacia Municipal de Sobral para denunciar o uso da imagem com informações falsas. Após a conclusão das investigações, a denúncia contra o bolsonarista foi recebida e a Justiça determinou a citação do réu para responder à acusação.
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