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O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido - AP), afirmou que a suposta tentativa de assassinato sofrida pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, serve como exemplo para o Brasil sobre a necessidade de restringir a venda e o uso de armas. Em entrevista, Randolfe disse que usará o episódio do último sábado (13) como argumento para incluir armas de fogo no imposto seletivo da reforma tributária, que sobretaxa produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
“O atentado contra Trump é um atentado contra a democracia, facilitado pela venda liberada de armas nos Estados Unidos. O Senado precisa incluir armas e munição no imposto seletivo na regulamentação da reforma tributária para dificultar a venda no Brasil”, afirmou Randolfe Rodrigues. Atualmente, as armas estão sujeitas à alíquota geral de 26,5%, após parlamentares retirarem o produto do imposto seletivo.
Randolfe argumenta que um atentado contra um político aliado dos bolsonaristas é um motivo para encarecer o valor de armas de fogo e aumentar o controle sobre a circulação delas. "Não é possível que armas tenham a mesma tributação de flores e brinquedos”, defende o senador.
Com informações do g1
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