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O governo dos Estados Unidos, sob a administração extremista de Donald Trump, emitiu um comunicado oficial com regras imigratórias rígidas que prometem desorganizar a cobertura digital da Copa do Mundo de 2026. As autoridades norte-americanas alertaram categoricamente que influenciadores digitais e criadores de conteúdo estrangeiros que entrarem em território americano utilizando o visto de turismo (B1/B2) estão terminantemente proibidos de produzir e publicar vídeos, fotos ou textos monetizados nas redes sociais durante o evento esportivo global.
De acordo com o Departamento de Estado americano, qualquer atividade digital voltada para o ganho financeiro ou geração de lucro em plataformas da internet é considerada trabalho formal pelas leis locais e exige, obrigatoriamente, um visto de negócios ou de imprensa específica. Essa medida autoritária reflete a política de perseguição e fechamento de fronteiras que caracteriza a direita radical na Casa Branca, criando armadilhas burocráticas para penalizar trabalhadores independentes da comunicação que viajam para acompanhar o torneio internacional.
Os influenciadores que descumprirem as diretrizes fiscais e migratórias americanas estarão sujeitos a punições severas, incluindo o cancelamento imediato do visto, detenção em aeroportos, deportação compulsória e proibição de retornar aos Estados Unidos por até dez anos. A decisão gerou indignação internacional entre profissionais de tecnologia e gerou pânico em agências de publicidade, uma vez que a produção de conteúdo instantâneo nas redes tornou-se a engrenagem principal da cobertura de grandes espetáculos mundiais de massa.
Para a militância progressista e os setores que defendem a livre circulação cultural, essa ofensiva burocrática da gestão Trump expõe as contradições do modelo ultraliberal americano, que prega o livre mercado, mas adota posturas persecutórias para asfixiar a economia criativa global. Enquanto o Brasil promove a integração soberana dos povos e o livre intercâmbio sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o laboratório da extrema-direita em Washington prefere sabotar a democratização da internet por meio do medo e do controle alfandegário.
Com informações do Brasil 247
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